IMC é a abreviatura de Índice de Massa Corporal e é um dos métodos mais
utilizados para descrever o estado nutricional dos indivíduos.
Este indicador de referência mundial é barato, não invasivo e fácil de ser
aplicado, e relaciona o peso com a altura. O cálculo é feito através da
fórmula:
O IMC é considerado um ótimo instrumento de diagnóstico precoce de
situações de desnutrição grave (se IMC≤16 kg/m2), desnutrição moderada
(se IMC>16,0 kg/m2 e ≤16,99 kg/m2), desnutrição leve (se
IMC >17 kg/m2 e ≤18,49 kg/m2), excesso de peso (se
IMC>25 kg/m2 e ≤29,9 kg/m2) e obesidade (se IMC>30
kg/m2).
Contudo, embora as vantagens referidas anteriormente, este índice não é
um marcador de composição corporal, devendo ser adaptado consoante a faixa
etária, género, etnia…
Idade
Nota: Para crianças e adolescentes existem tabelas específicas que têm
em conta o peso, a altura e a idade (percentis).
Género
Com o mesmo IMC, as mulheres tendem a ter mais gordura corporal que os
homens.
Para além deste fator, o
IMC também não avalia a distribuição de gordura corporal.
Etnia
Nos diferentes grupos
étnicos verificam-se diferenças significativas na massa muscular, tecido ósseo,
proporções corporais e tecido adiposo.
- Negros têm maior % de massa muscular e tecidos ósseos comparados aos caucasianos.
- Asiáticos têm maior % de gordura corporal e menor massa livre de gordura.
!! Atletas: Uma vez que a massa muscular é mais pesada que a massa gorda, os atletas
tendem a ter um IMC mais elevado.
Mensagem final:
Dadas as inúmeras variações referidas anteriormente, quando for calcular
o seu IMC não retire conclusões precipitadas.
A avaliação corporal deve ter em conta vários indicadores (IMC, perímetros, circunferências, pregas, bioimpedância…) e por isso
para um melhor diagnóstico procure ajuda de profissionais.




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