Tal como abordei no post Vitamina D o Ser Humano consegue produzir vitamina D na pele através da ação direta da radiação UVB. Este processo fornece cerca de 80-85% das necessidades humanas de vitamina D.
NOTA:Um protector com um FPS15 bloqueia em 95% a produção cutânea de vitamina D.
Por outro lado, a alimentação consegue fornecer 15-20%, sendo que os alimentos de origem animal (peixe gordo, gema de ovo, leite, marisco,...) são os que apresentam maior biodisponibilidade por conterem a forma de vitamina D3 (Colecalciferol).
NOTA:Um protector com um FPS15 bloqueia em 95% a produção cutânea de vitamina D.
Por outro lado, a alimentação consegue fornecer 15-20%, sendo que os alimentos de origem animal (peixe gordo, gema de ovo, leite, marisco,...) são os que apresentam maior biodisponibilidade por conterem a forma de vitamina D3 (Colecalciferol).
Apesar da importância da vitamina D ser amplamente conhecida, atualmente sabe-se que esta vitamina tem receptores em todas as células e o seu papel na saúde, vai muito para além da sua função a nível intestinal e ósseo.
Uma das funções que tem vindo a ser estudada é o seu impacto no Sistema Nervoso Central.
Um estudo Norueguês (aleatório, duplamente cego, controlado com placebo), publicado em 2017, avaliou um grupo de adolescentes (13-14anos) e verificou que o nível médio de vitamina D (em Dezembro/Janeiro) indicava deficiência. Os jovens foram divididos em dois grupos: um grupo tomou 1 cápsula com 38 μg Vitamina D por dia e o outro grupo tomou cápsulas iguais sem vitamina D, durante os 4 meses.
No final do estudo, o grupo que fez o suplemento tinha aumentado os níveis médios de vitamina D (42 para 62 nmol/L) bem como apresentou melhores resultados nos testes aplicados. Foi também concluído que níveis baixos da vitamina D reduzem a atenção e pioram o comportamento.
Um estudo Norueguês (aleatório, duplamente cego, controlado com placebo), publicado em 2017, avaliou um grupo de adolescentes (13-14anos) e verificou que o nível médio de vitamina D (em Dezembro/Janeiro) indicava deficiência. Os jovens foram divididos em dois grupos: um grupo tomou 1 cápsula com 38 μg Vitamina D por dia e o outro grupo tomou cápsulas iguais sem vitamina D, durante os 4 meses.
No final do estudo, o grupo que fez o suplemento tinha aumentado os níveis médios de vitamina D (42 para 62 nmol/L) bem como apresentou melhores resultados nos testes aplicados. Foi também concluído que níveis baixos da vitamina D reduzem a atenção e pioram o comportamento.
De forma a melhorar a função cognitiva dos estudantes, a exposição solar deve ser reforçada bem como o aporte de alimentos ricos em vitamina D durante os meses de Setembro a Maio. A suplementação alimentar deve ser feita com aconselhamento de um profissional de saúde.
Nota:
Os suplementos devem ser idealmente de vitamina D3 (maior biodisponibilidade). Se forem dissolvidos em gordura, de preferência azeite, garante-se uma absorção superior.
Atenção: suplementos em gotas ou em saquetas apresentam geralmente adição de açúcar e/ou adoçante para tornar o sabor mais apelativo.
Atenção: geralmente os multivitamínicos têm doses muito baixas de vitamina D.
Scand
J Psychol. 2017 Apr;58(2):123-130. doi: 10.1111/sjop.12353. Linking vitamin D status,
executive functioning and self-perceived mental health in adolescents through
multivariate analysis: A randomized double-blind placebo control trial.


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